“Uma vez as árvores resolveram procurar um rei para elas. Então disseram à oliveira: Seja o nosso rei. E a oliveira respondeu: Para governar vocês, eu teria de parar de dar o meu azeite, usado para honrar os deuses e os seres humanos. Aí as árvores pediram à figueira: Venha ser o nosso rei. Mas a figueira respondeu: Para governar vocês, eu teria de parar de dar os meus figos tão doces. Então as árvores disseram à parreira: Venha ser o nosso rei. Mas a parreira respondeu: Para governar vocês, eu teria de parar de dar o meu vinho, que alegra os deuses e os seres humanos. Aí todas as árvores pediram ao espinheiro: Venha ser o nosso rei. E o espinheiro respondeu: Se vocês querem mesmo me fazer o seu rei, venham e fiquem debaixo da minha sombra. Se vocês não fizerem isso, sairá fogo do espinheiro e queimará os cedros do Líbano” (Jz 9.8-15).
Liberdade de credo, liberdade de opinião e liberdade de
voto. Esses três princípios, que dão base ao estado democrático de
direito, estão contidos na Constituição Brasileira, mas são
constantemente atacados no país. Sobretudo em época de eleição,
quando o poder econômico, o uso da força ou apelo emocional falam
mais alto que a análise racional e consciente de candidatos e
propostas para o futuro dos municípios.
Na disputa por votos, os candidatos costumam falar em “bases
políticas”, que podem ser categorias profissionais, bairros,
associações e sindicatos. A depender da personalidade de
candidatos, igrejas podem ser vistas como base política também,
embora Deus, nada tenha a ver com desigualdades, injustiças,
negociatas e acordos espúrios.
Votar é um ato de cidadania. Nesse sentido, o voto deve ser exercido com cuidado e com critérios éticos.
Caro e amado blognauta, se por acaso, por uma desses descuidos da vida, você vendeu seu voto e com isso a sua liberdade, medite no texto bíblico (Jz. 9.8-15).








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